Talentos: genialidade ou naturalidade?

 

Quando você pensa em talentos, o que vem à sua mente?

Muitas pessoas associam ter talentos a ser genial em alguma área, como se talentoso fosse somente alguém muito especial, brilhante.  Um Bethoven, Picasso, Da Vinci,  Niemeyer e por aí vai.  Acredito que, ao pensar assim, talento seria algo raro, e sortudo seria aquele que já nasceu sabendo no que é bom e onde usará suas habilidades.

Esse pensar pode originar uma crença  improdutiva: “eu não tenho talento algum, não sou bom em nada” , discurso muito comum no processo de coaching.  Eu não acredito nisso.  Para mim,  ter talento é ter facilidade para fazer algo, é aquilo que fazemos com tanta naturalidade que muitas vezes nos passa despercebido.

O que podemos fazer então para identificar nossos talentos?  Uma opção seria refletir sobre as seguintes questões:  O que me pedem para fazer regularmente por acharem que faço bem? Em que normalmente me destaco? O que faço com facilidade?

Quando enxergamos e fazemos uso dos nossos talentos, temos maiores chances de nos realizar profissionalmente.  E se você não está enxergando claramente quais são seus talentos, pare, reflita, observe-se. Pergunte a pessoas próximas. Pense em exemplos nos quais utilizou seus talentos. Aproprie-se deles, vivencie-os.  Este é mais um importante passo na não tão fácil jornada de transição de carreira.

E então, quais são seus talentos?

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