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	<title>REDE UBUNTU</title>
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		<title>Chorar ao nascer e rir ao morrer: devaneios sobre a morte</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 11:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para nós ocidentais a morte é um dos maiores, senão o maior, tabu da humanidade. A maioria de nós teme o fim da vida e tem enorme dificuldade até em comentar o assunto. Morte em nossa cultura costuma ser sinônimo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fchorar-ao-nascer-e-rir-ao-morrer-devaneios-sobre-a-morte%2F&amp;text=Chorar%20ao%20nascer%20e%20rir%20ao%20morrer%3A%20devaneios%20sobre%20a%20morte&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fchorar-ao-nascer-e-rir-ao-morrer-devaneios-sobre-a-morte%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Para nós ocidentais a morte é um dos maiores, senão o maior, tabu da humanidade. A maioria de nós teme o fim da vida e tem enorme dificuldade até em comentar o assunto. Morte em nossa cultura costuma ser sinônimo de perda, de fim, de luto, de tristeza. É simbolizada por um carrasco cruel vestido de negro que carrega um enorme foice.</p>
<p>Tudo em nossa cultura parece ser feito para encobrir a morte: quase proibição de tocar no assunto socialmente, culto à juventude e rejeição da velhice, a rapidez e cuidado com que hospitais escondem os que morrem em necrotérios, as cerimônias rápidas e até a difícil “comercialização” do termo. Em uma sociedade em que tudo vira capital, só sendo um tabu para não ser altamente vendável como todo resto.</p>
<p>É&#8230; eu, sempre tive uma relação diferente com a morte. Eu era e ainda sou aquela pessoa que nos enterros está calma e serena, pronta para suportar os demais&#8230; Lembro das primeiras vezes que pessoas queridas se faleceram, enquanto todos choravam e se negavam a enfrentar o fato, eu, em minha introspecção, parecia indiferente, era algo tão natural aquilo que não me angustiava&#8230;. Cheguei até a me sentir mal por isso&#8230; Seria eu tão insensível a ponto de não ficar triste com a suposta “perda” de alguém?</p>
<p>Muito pelo contrário, minha sensibilidade exacerbada me possibilitou encarar tudo isso de uma forma distinta e com o passar do tempo fui descobrindo que minha visão em relação à morte era compartilhada por várias culturas ao redor do mundo, principalmente pelas orientais.</p>
<p>Para as culturas orientais, fundamentadas em religiões como budismo e hinduísmo, a morte marca a coroação da vida, a libertação de um estágio de sofrimento e infortúnios, o acordar para uma realidade maior. Não é o fim, mas um recomeço. Nessas culturas, ela costuma ser encarada com calma, naturalidade e, as vezes, até é festejada.</p>
<p>Não é à toa, que budistas choram quando nasce uma criança e riem quando se vai um morto. Morte é renascimento, não se usa preto, mas sim branco para celebrar o luto. As pessoas vêem a morte como uma transformação necessária à purificação do espírito e há livros, como o Livro dos Mortos Tibetanos, que oferecem orientações para o momento de morte e para o estado do pós-morte, através do qual o ser humano deve passar.</p>
<p>Em contrapartida, nossa cultura, ao invés de rever o conceito de morte, procura fugir da mesma&#8230;. Mesmo fazendo tudo o que se pode para prolongar a vida através de medicamentos e novas tecnologias, a ciência moderna não conseguiu trazer uma solução para a maneira como a qual a morte é encarada.</p>
<p>Assim como qualquer “problema” em nossas vidas, quanto mais postergarmos, fugirmos ou nos auto enganarmos fingindo que não se faz presente, menos perto estaremos de aprender a lidar com o fato e isso só continuará trazendo angústia, ansiedade e preocupação.</p>
<p>Quem sabe se aguçarmos nosso olhar e nos abrirmos para a sabedoria oriental, esse sofrimento diminua&#8230;</p>
<p>Excelente semana.</p>
<p>Beijos</p>
<p>Gabi</p>
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		<title>Esbugalhados</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 02:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fesbugalhados%2F&amp;text=Esbugalhados&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fesbugalhados%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Martin1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2397" title="Martin" src="http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Martin1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Ola! No final de 2011 chegou, impetuosamente Martín. Meu segundo filho. Motivo da minha ausência por aqui. Desculpem!<br />
Agora, lentamente, vamos os dois saindo ao mundo. De olhos esbugalhados.<br />
Em quanto amamento faço alguns esforços para estar focada. Para não me distrair com o pequeno aparelho que cabe na minha mão e tem a possibilidade de me transportar para todos os cantos dos meus desejos. Meu querido Iphone. Mensagens, emails, internet, facebook. Passaportes ao mundo lá fora. Então vou administrando: muito foco no Martín, um pouco de mundo virtual e algo de boa leitura para ampliar mais os horizontes e as vezes, em geral na madrugada para me manter acordada, um pouco de TV (até que consegui pegar algumas coisas interessantes).<br />
Mas o que me puxou do meu letargo materno para me comunicar aqui com vocês foi uma questão de olhares.</p>
<p>Tomando cafe, conversando sobre amamentação reforçávamos a importância de estarmos presentes durante este momento. Estar focadas, concentradas, olhar, sentir, comunicar.</p>
<p>Cheguei em casa, com a missão, mais uma vez, de alimentar corpo e alma do meu filho.</p>
<p>Lembrei de um dos textos do psicanalista Hugo Bleichmar: a auto estima é algo que se constrói através do olhar do outro. A auto estima na criança, basicamente se constrói pela participação dos pais, ou de quem exerce este lugar.<br />
O adulto cria a ilusão na criança de que ela é capaz, hábil e digna de amor.<br />
Se esta ilusão não é criada, esse ser acreditará que realmente ele não consegue pegar as coisas por que não é capaz, não consegue andar porque não é capaz, não consegue entender porque não é capaz. Não consegue receber amor porque não merece.</p>
<p>Essa etapa de amor, admiração e ilusão inicial permitirá no futuro um olhar interno que olha com admiração.</p>
<p><strong>Não acreditamos em nós mesmos porque sabemos que isto é importante, acreditamos porque houve alguém que acreditou inicialmente. Que acreditou, amou e compreendeu.<br />
</strong><br />
Olhares.</p>
<p>Sempre que trabalhei com jovens, consegui estabelecer um bom vinculo com a maioria deles, e fui me envolvendo nas suas vidas, suas escolhas, torcendo para que eles dessem certo. Parte desta torcida em geral também se manifestava na entrega de responsabilidades, definindo tarefas, e obrigações a serem desenvolvidas. Acreditando. Acreditando que conseguiriam. Olhando com a convicção, muitas vezes maior que a deles, de que dariam certo. E deram.<br />
Hoje vejo e tenho certeza que este olhar foi determinante. Acreditar no outro, o investe de coragem, amor, e esperança. O faz acreditar em si mesmo.</p>
<p>E me encho de felicidade pensando que o nosso trabalho ( da Rede Ubuntu) é olhar para as outras pessoas e acreditar. Acreditar que é um ser de luz, especial, talentoso, porque todos somos. Cada um do seu jeito, cada um com a luz que veio trazer.</p>
<p>Como é importante olhar para o filho, o marido, o colega, o parceiro e acreditar nele e por ele.</p>
<p>Será que conseguimos com a mesma certeza olhar para nós mesmos e acreditar?<br />
Olhar para nos mesmos e ter a certeza que já está dando certo!</p>
<p>Não sempre é fácil e como disse acima, não depende só de nos, mas em certa etapa já somos capazes e responsáveis por reconstruir este olhar se for necessário,  achar novas referencias e começar a voar</p>
<p>Olhares,</p>
<p>o Martín acordou,</p>
<p>até a proxima.</p>
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		<title>O velho e o novo juntos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Madia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Change Management]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fo-velho-e-o-novo-juntos%2F&amp;text=O%20velho%20e%20o%20novo%20juntos&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fo-velho-e-o-novo-juntos%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Bom dia queridos amigos, tudo bem? Carnaval se aproximando; talvez a única efeméride genuinamente brasileira que celebramos. Ontem, por exemplo, muitos comemoraram o Dia de São Valentim, que é o Dia dos Namorados em grande parte dos países do Mundo.</p>
<p>Pra mim dois sinais claros. Primeiro que estamos buscando cada vez mais efemérides em nossas vidas que nos proporcionem momentos de celebração, união, alegria, amizade e amor. E depois, que efetivamente no Mundo novo, plano, colaborativo e sustentável, as culturas estão se misturando cada vez mais, ou seja, é provável que em algum momento no futuro, tenhamos que rever os calendários festivos. Mais um motivo de orgulho e gratidão por estarmos aqui ajudando a escrever essa linda e nova história.</p>
<p>Um senhor absolutamente maravilhoso, sociólogo polonês chamado Zygmunt Bauman, 86 anos após muito analisar a sociedade contemporânea e sua profunda transformação criou o termo “Mundo Líquido”.</p>
<p>Pincei no seu livro <strong><em>“44 Cartas do Mundo Líquido Moderno”</em></strong>, que foi solicitado pelos editores da La Repubblica Delle Donne, uma revista semanal feminina, a carta intitulada CONVERSA DE PAIS E FILHOS para dividir alguns trechos com vocês.</p>
<p>“Há uma longa história de incompreensão recíproca entre gerações, entre os “velhos” e os “jovens”, e de consequente desconfiança mútua.”</p>
<p>“A desconfiança entre gerações tornou-se muito mais visível em nossa era moderna, marcada por profundas, contínuas e aceleradas mudanças nas condições de vida. A aceleração do ritmo das mudanças, características dos tempos modernos e em contraste com os séculos anteriores de interminável reiteração e letárgica mudança, permitiu que as pessoas observassem e tivessem experiência pessoal de que “as coisas mudam”, que “já não são como costumavam ser”, no decorrer de uma única existência humana.”</p>
<p>“As crianças em geral nascem num mundo muito diferente daquele da infância de seus pais, e que estes aprenderam e se acostumaram a ver como padrão de “normalidade”; os filhos jamais poderão visitar esse mundo que deixou de existir com a juventude dos pais.”</p>
<p>“Hoje, não se espera nem se pressupõe que os jovens “estão em vias de ser tornar adultos como nós”; a tendência é vê-los como um tipo diferente, que permanecerá diferente “de nós” por toda vida.”</p>
<p>Ou seja queridos amigos, esqueçam daquela mundo estável e seguro, onde empregos, famílias, amigos, relacionamentos eram sinal de garantia. Efetivamente a única garantia que teremos nas nossas vidas somos nós mesmos e nossa capacidade de se adaptar a nova realidade, concordando ou não com ela.</p>
<p>Uma linda semana repleta de amor e samba no pé!</p>
<p>Com amor e muito carpe diem!</p>
<p>Fabio</p>
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		<title>O Nosso Poder</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Seidenthal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fo-nosso-poder%2F&amp;text=O%20Nosso%20Poder&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fo-nosso-poder%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Como de costume dei uma &#8220;sapeada&#8221; no TED hoje pela manhã e me deparei com o discurso abaixo&#8230; Absolutamente INSPIRADOR!</p>
<p>A autora do best seller HARRY POTTER, JK Rowling, dá uma aula sobre ainda um assunto que me fascina e que explorei pouco: a importância do fracasso em nossas vidas&#8230;Que olhar!</p>
<p>Não vou aqui ficar espelhando as palavras sábias da JK, mas quero sim dar ênfase em duas citações que me marcaram bastante!</p>
<p>&#8220;What we achieve inwardly will change outer reality&#8221;</p>
<p>Justamente a nossa crença de que autoconhecimento é uma ferramenta poderosa de transformação do nosso planeta!</p>
<p>E a segunda, absolutamente um mantra para ela!!!!!!</p>
<p>&#8220;As is a tale, so is life. Not how long it is, but how good it is, is what really matters&#8221;.</p>
<p>Boas inspirações!</p>
<p>Edu Seidenthal</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/jk_rowling_the_fringe_benefits_of_failure.html">http://www.ted.com/talks/jk_rowling_the_fringe_benefits_of_failure.html</a></p>
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		<title>Aquela que torna o peito estreito&#8230;.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentre o turbilhão de sentimentos pelos quais passei nas últimas semanas, um em específico tem me cativado além da conta e me feito repensar e muito minhas atitudes. Por mais incrível que seja a vida de uma pessoa ou por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Faquela-que-torna-o-peito-estreito%2F&amp;text=Aquela%20que%20torna%20o%20peito%20estreito....&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Faquela-que-torna-o-peito-estreito%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Dentre o turbilhão de sentimentos pelos quais passei nas últimas semanas, um em específico tem me cativado além da conta e me feito repensar e muito minhas atitudes.</p>
<p>Por mais incrível que seja a vida de uma pessoa ou por mais realizada que esteja, é muito comum, quase que de repente, que essa pessoa se perceba aflita, como se sentisse um vazio por dentro e, em questão de segundos, nada mais tivesse sentido&#8230;.</p>
<p>Esse sentimento de “não ser”, de sentir a falta muito forte de algo mesmo sem saber o porquê, é a complexa e talvez controversa angústia.</p>
<p>Quando penso no sentimento angústia sempre me recordo de uma interessante colocação de Clarisse Lispector sobre o tema:</p>
<p>“Só que dessa não se morre. Mas tudo, menos a angústia, não? Quando o mal vem, o peito se torna estreito, e aquele reconhecível cheiro de poeira molhada naquela coisa que antes se chamava alma e agora não é chamada nada. E a falta de esperança na esperança. E conformar-se sem se resignar. Não se confessar a si próprio porque nem se tem mais o quê. Ou se tem e não se pode porque as palavras não viriam. Não ser o que realmente se é, e não se sabe o que realmente se é, só se sabe que não se está sendo. E então vem o desamparo de se estar vivo. Estou falando da angústia mesmo, do mal. Porque alguma angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.”</p>
<p>Além de lindas e emocionantes palavras, neste trecho, Clarice nos passa de maneira quase óbvia os sentimentos de “perda de chão”, de agonia e, até, de desespero decorrentes da angustia.</p>
<p>Ao ler essa descrição, acredito que, de uma forma ou de outra, a maioria de nós, senão todos, identifique-se com o tema e já tenha vivido um momento que seja dessa sentimento.</p>
<p>Mas de onde vem esse sentimento e o que fazer quando ele aparece?</p>
<p>A filosofia existencialista pode nos dar alguma luz sobre o assunto. Tentarei, de forma sucinta contar um pouquinho dessa abordagem&#8230;</p>
<p>A angustia é um tema central dentro do existencialismo, em poucas palavras esta seria definida por desespero e esse seria originado no que os existencialistas chamam de “falta de precariedade” da base da existência humana.</p>
<p>De acordo com os existencialistas, esta falta de precariedade está baseada no fato de que a existência humana é algo temporário, uma vez em que é definida entre um nascimento e uma morte a qual não se pode evitar. Assim, o ser humano é um animal temporal e sua vida está entre o passado (em suas experiências) e o futuro, sobre o qual ele não tem controle do final, e onde seu projeto será sempre incompleto diante da morte inevitável.</p>
<p>No momento em que o homem percebe que a vida é finita, dois fatores o levam ao sentimento de angustia: a tentativa de compreensão de um significado maior para si e para o mundo e o fato de que nesse período determinado de tempo é o homem em si o dono do seu “destino”.</p>
<p>Em outras palavras, a ausência de um significado maior e a percepção de que se é responsável por si mesmo e pelo mundo, traz vazio, inquietude e desespero, ou seja, causa angústia.</p>
<p>Na angústia, o homem experimenta a finitude da sua existência humana. Todas as coisas supérfluas em que estava mergulhado se afastam deixando-o nu, como uma liberdade para encontrar-se com sua própria morte, um &#8220;estar preparado para&#8221; e um contínuo &#8220;estar relacionado com&#8221; sua própria morte</p>
<p>O homem só sai do desespero quando orientando-se para si próprio, querendo ser ele próprio, o eu mergulha, através de sua própria transparência, até o poder que o criou. Isso permite uma conscientização das estruturas existenciais às quais se está condicionado e possibilita que seja revelado o ser autêntico que escolhe ser ele mesmo e a governar a própria vida beneficiando-se do momento presente.</p>
<p>Assim, o existencialismo defende que o homem precise existir inteiramente “aqui” e “agora”, para aceitar sua intensa “realidade humana” do momento presente. O passado seria, então, utilizado como arquivos de experiências a serviço de viver melhor o presente, e o futuro daria ao homem visões e esperanças para dar ao presente direção e propósito de ser.</p>
<p>Em resumo, o existencialismo nos mostra, que apesar de ser um sentimento com o qual temos imensa dificuldade de lidar, a angústia em si, pode ser libertadora e criativa.</p>
<p>Ótima semana!</p>
<p>Que façamos do vazio, uma possibilidade de reconexão com nós mesmos!</p>
<p>Beijo grande,</p>
<p>Gabi</p>
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		<title>Ciclo da Dúvida</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:13:11 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fciclo-da-duvida%2F&amp;text=Ciclo%20da%20D%C3%BAvida&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fciclo-da-duvida%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Foto-Bruna.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2377" title="Foto Bruna" src="http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Foto-Bruna-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Desde meu último texto por aqui algumas coisas aconteceram. Boas, ruins, necessárias&#8230; Coisas da vida! E essa vida&#8230; Ai essa vida! Quem diria que ela giraria tanto minha cabeça? É um vai e volta condenado! Um acho não acho, penso não penso, lembro esqueço, quero não quero.</p>
<p>Quando a gente acha que sabe tudo sobre algo, ou então que tem certeza da escolha correta, vem um acontecimento pra mudar tudo! Sei lá, um novo alguém, um novo lugar, uma conversa, um resultado. Algo que deixa bem na cara que aquilo não era bem o que precisava ser. Algo tipo “Pensa só mais um pouquinho, tá? Você ainda não tem certeza, mas acha que tem. Então reflete ai e daqui a pouco você se resolve. Caaaalma, sem pressa!”.</p>
<p>Não sei se isto acontece sempre, meio que cíclico, de tempos em tempos. Não posso afirmar isso porque só tenho 18 anos e, embora as coisas estejam ficando complicadas, não tenho tempo de vida suficiente para confirmar se esse tal ciclo da dúvida vai voltar.</p>
<p>Contudo, sim! Sim, está acontecendo. E sim! Eu já mudei de novo.</p>
<p>Quando eu era pequena, queria ser pintora. Achava super legal as aulas de artes da escola, as biografias dos pintores, os quadros loucos que muitas vezes eu não entendia, mas que me deixavam fascinada! Ai mudei, queria ser enfermeira. Achava muito importante pessoas curando os dodóis das outras, mas ainda achava aquelas loucuras coloridas incríveis! Então pensei: poxa, posso pintar em casa e trabalhar como enfermeira! Pronto! A decisão da minha vida! [Quantos pontos de exclamação, argh!] Era só mantê-la até, sei lá, uns 19, 20 anos.</p>
<p>Foi então que eu cresci (só na idade, porque a altura sempre se manteve). Não sabia mais nada. Nadinha. E nem me preocupava. Cresci mais um pouco e comecei a achar o mundo da moda interessante. Adorava customizar camisetas, inventar umas coisas e adorava a caixa de botões da minha vó! Às vezes eu nem ia fazer nada com eles, mas eu abria a gaveta, pegava a caixinha e ficava olhando, encontrando pares, medindo seus diâmetros um no outro. Mas o mundo da moda não é na área de serviço da minha vó, com uma máquina de costura antiga e uma caixa de botões mágica. De repente comecei a me desinteressar por esse mundo. Não sei, nunca cheguei a falar com ninguém desse ramo, mas, tudo que eu via por ai era bem supérfluo. E superficial me incomoda. Comecei a querer ser escritora, e me assustei um pouquinho com a possibilidade de ficar muito tempo em casa, ter uma família, começar a misturar as coisas e largar a escrita assim, sem nem perceber. Nem comecei por medo de largar. Teve também a vontade de ser maquiadora, mas daquelas que fazem tipo caracterização, pra teatro, cinema, etc.</p>
<p>No ano seguinte, a Arte começou a voltar devagarzinho ao posto de “Possível Profissão”, entretanto, eu ainda não tinha ido à Feira das Profissões e conhecido a profissão affair da minha imaginação: Audiovisual! Estava lá o cara falando sobre o curso. A cada palavra que saía da boca dele eu suspirava “Deus do céu, acho que é isso!”. Não teve outra, durante mais de um ano eu grudei nessa idéia e não queria abandoná-la. E eis que vem o vendaval e a troca: Arte voltou definitivamente. Parecia comigo e parecia bem claro. Mas no último ano já começou a se atrapalhar de novo.</p>
<p>A idéia de poder escrever me atraía, e muito. Toda vez que eu escrevia, sentia uma vontade insana, algo que eu não vou saber descrever nem em mil palavras. Comecei a pensar. Até porque, minha querida professora-amiga de Literatura sempre falou sobre meus textos e me incentivava. Eu gostava muito de saber que ela gostava dos meus textos e me sentia bem. E se eu pudesse escrever ou desenhar, você veria a cópia da Bíblia saindo. Se eu desenhava, eu não me sentia expressando correta ou claramente. Faltava algo. A palavra. O verbo. A ação.</p>
<p>Não é que isso quer dizer que eu nasci pra escrever ou “Ah sua louca! Porque tá desenhando? Você não serve pra isso!”. É que parece que, depois de um tempo e de fatos que vão e vem e mexem com a gente, só então que a gente entende. E escolhe.</p>
<p>Mas o mais surpreendente disso tudo é que eu não escolhi pra eternidade. Eu escolhi pra hoje! Amanhã não sei qual será o vendaval da vez nem o que ele trará. Quem sabe eu não viro aeromoça?</p>
<p><strong>Bruna Grechi Barbosa, daydreamer.</strong></p>
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		<title>Pessoas!</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 14:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Seidenthal</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fpessoas%2F&amp;text=Pessoas%21&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fpessoas%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Nesta semana demos início a mais um RUA Aberto, agora de casa nova, no Centro Cultural Rio Verde, um lugar que “orrrrna” bem com a Rede Ubuntu.</p>
<p>Mas não era disso (local) que queria falar não&#8230;. Era para dividir com vocês meus sentimentos, minhas conversas internas, e aprendizados nessa jornada fascinante que é a Rede Ubuntu.</p>
<p>Uma semana do início do programa tínhamos 4 participantes. Lógico que entrei em desespero&#8230; Cogitei a hipótese inclusive de cancelar o programa. Mas, entra dia e sai dia, levanta a cabeça e “bora” seguir atrás do nosso propósito. E o RUA tá no coração do propósito da Rede Ubuntu&#8230;</p>
<p>Na sexta feira (3 dias antes do início) tínhamos em torno de 10 participantes&#8230;. Uma conquista e tanto para quem 4 dias antes tinha apenas 4!</p>
<p>Segunda chegou e um sentimento de tristeza tomou conta&#8230; Vivemos em um mundo de indicadores, de números. Quanto mais, melhor! No ano passado, decidimos fazer um ano de RUA aberto para ver como era, como piloto, já que toda a nossa experiência estava dentro de organizações. Na primeira turma, com um esforço gigante de alguns dos nossos facilitadores, começamos com 22 participantes&#8230;. Ficamos muito felizes e com o resultado final que tivemos acreditávamos que começaríamos 2012 com números ainda mais expressivos&#8230;</p>
<p>Pelo contrário. Foi bem mais difícil! Claro que aprendemos que começar o programa tão cedo assim no ano (30 de Janeiro) é um tiro no pé e dificulta bastante para as pessoas se inscreverem&#8230; E lembrando que foi justamente por isso que decidimos fazer o RUA aberto: para aprender!</p>
<p>Mas voltando para a fatídica segunda feira, uma ficha caiu MUITO GRANDE horas antes do programa começar. A querida Taly (facilitadora da Rede Ubuntu, que a essas horas está toda envolvida com fraldas, chupetas, cuidando do recém chegado Martin) me mandou um SMS me desejando sorte (ou “Merda”, no linguajar artístico) e dizendo: “A gente bomba no coração e na vida de cada uma dessas 10 pessoas. Isso não é pouca coisa! Arriba! Besos e a brilhar!”.</p>
<p>É isso! Alinhado com todas as nossas crenças, que cada um de nós é um ser de luz e veio para expressar esta luz neste planeta que tanto precisa, a Rede Ubuntu tem como essência PESSOAS, e não “número de pessoas”. Se tocarmos, inspirarmos uma pessoa, em nosso programas já estamos alinhados com aquilo que viemos fazer&#8230;</p>
<p>De fato, ao começar a facilitar o programa, conhecer cada um dos participantes, as histórias, os olhos brilhando, o imenso POTENCIAL ali presente, a sensação é de que estamos sim no caminho!</p>
<p>Obrigado a todos que fazem parte desta jornada (participantes, facilitadores, parceiros, famílias, etc.)! Obrigado Taly por mesmo distante estar tão presente!</p>
<p>UBUNTU!</p>
<p>Uma excelente semana a todos!</p>
<p>Eduardo Seidenthal</p>
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		<title>Anima e Alma de Mulher</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fanima-e-alma-de-mulher%2F&amp;text=Anima%20e%20Alma%20de%20Mulher&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F02%2Fanima-e-alma-de-mulher%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Jung usou o termo “anima” para se referir às características da personalidade feminina presente no inconsciente masculino e “animus” para às características masculinas das mulheres.</p>
<p>Quando aprendemos e tomamos consciência dessas características, nossa persona ganha equilíbrio e passamos a nos sentir mais completos. Então, me pergunto, estamos nós homens e mulheres bem resolvidos com nossa Anima/ Animus?</p>
<p>Durante muito tempo nossa sociedade deu muita voz à razão em detrimento da emoção e da sensibilidade. Assim, ver mulheres que conseguiram explorar suas características masculinas talvez seja algo mais comum. É muito fácil, por exemplo, lembrar de mulheres que se destacaram em empresas ou na política por terem sido altamente analíticas, firmes e, as vezes, até agressivas.</p>
<p>De uns tempos para cá, a sociedade está voltando a valorizar a sensibilidade feminina. Cada vez mais escutamos da importância em saber lidar com pessoas, ter um olhar mais humano e próximo e, não por acaso, muitas empresas estão preocupadas em ter mais mulheres em seu board de executivos&#8230;.</p>
<p>Nessa mesma linha, também começamos a ver alguns homens mostrando para o mundo seu lado feminino, ou falando que valorizam muito a alma feminina e que acreditam que essa seja a força motriz para mudanças na sociedade.</p>
<p>Conheço sim alguns raros homens que têm um lado feminino mais desenvolvido, mas ainda me parece que a maioria deixa isso no discurso por não saber na essência o que é a alma de mulher. Em outras palavras, falar que admira é uma coisa, mas colocar em prática, empregar nas ações do dia a dia, é outra.</p>
<p>E o que seria a tal alma de mulher?</p>
<p>Mulher é um bicho sensível, é humana, tão humana que às vezes pensa mais no outro do que em si mesmo. Mulher tem o coração mole, não consegue deixar os outros na mão. Faz tudo por quem ama e tende a tratar muito bem mesmo quem mal conhece.</p>
<p>Mulher agradece, mais que agradece, mulher elogia. Mulher sente, mulher tem empatia. Se coloca no lugar do outro e, por isso, quando age, considera o outro e não só a si mesmo. Mulher sabe ser forte e ao mesmo tempo delicada, consegue ser carinhosa mesmo ao dizer não.</p>
<p>Mulher não vive nada “mais ou menos”, mulher se doa! Mulher chora e não tem vergonha disso. Chora de tristeza e de euforia, chora por si mesma, chora pelos demais&#8230;. Mulher dá cor à vida, traz arte e beleza para o dia a dia!</p>
<p>E ai rapazes, que tal deixarem aflorar suas respectivas animas? Basta começar com singelas demonstrações de empatia <img src='http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Excelente semana!</p>
<p>Beijos</p>
<p>Gabi</p>
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		<title>Essência da Educação!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Seidenthal</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F01%2Fessencia-da-educacao%2F&amp;text=Ess%C3%AAncia%20da%20Educa%C3%A7%C3%A3o%21&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F01%2Fessencia-da-educacao%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Já tinha colocado esta MARAVILHOSA palestra em nossa página (<a href="http://www.facebook.com/redeubuntu">http://www.facebook.com/redeubuntu</a>) no Facebook, mas não tinha ainda dedicado um post a esta pérola!!!!! E vale cada palavra&#8230;</p>
<p>Semana passada me perguntaram o que eu fazia da vida, qual era minha profissão, e ao invés de consultor (resposta típica que dei nos últimos 2 anos de Rede Ubuntu) respondi que era um educador&#8230; Confesso que ainda me soa um pouco estranho, mas acredito que tem MUITO mais a ver com o que faço, no que faço a diferença, no que amo fazer&#8230;</p>
<p>E ao assistir a uma palestra como essas, reforça ainda mais a idéia de que a REDE UBUNTU é uma empresa de educação!</p>
<p>Bunker Roy, com seu movimento de pés descalços, nos dá uma lição de vida! Uma palestra absolutamente inspiradora, que nos dá uma outra perspectiva de educação&#8230; A consciência de que conhecimento está em todo lugar, em qualquer um, e que educação é a arte de gerar esta troca de conhecimentos, de sabedorias, de sentimentos, de energias entre os seres vivos deste planeta!!!!!!!</p>
<p>É nisso que acredito! E é maravilhoso ver um movimento grande no mundo por uma educação diferente!</p>
<p>Não vou me estender neste post, pois o que desejo de coração é que você assista a esta palestra!!!!! Boas reflexões!</p>
<p>Uma excelente semana a todos!!!</p>
<p>E hoje tem RUA!!!!!! Uhuuuuuu!!!!!!!!!!!!</p>
<p>Edu Seidenthal</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/lang/en/bunker_roy.html">Ted &#8211; Bunker Roy</a></p>
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		<title>&#8220;Compaixonando-se!&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F01%2Fcompaixonando-se%2F&amp;text=%22Compaixonando-se%21%22&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.redeubuntu.com.br%2Fblog%2Findex.php%2F2012%2F01%2Fcompaixonando-se%2F"  class="twitter-share-button" target="_blank" style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.redeubuntu.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Sempre adorei a palavra compaixão, não por acaso tenho um mantra budista tatuado cujo significado é compaixão suprema, mas até hoje não havia me dado conta de que poderia na prática estender o termo não só perante os demais, mas comigo mesma&#8230;</p>
<p>Segundo o budismo, compaixão é o desejo de liberar todos os seres do sofrimento e da causa do sofrimento a fim de proporcionar alegria e felicidade a todos os seres viventes. Envolve o sentimento do outro como parte de nós próprios e no limite pressupõe que não exista uma separação entre o eu e o mundo, fazendo com que seja sempre importante pensar no Todo.</p>
<p>O ponto principal que talvez não tivesse explícito na prática para mim dentro dessa definição é que nós como indivíduos também fazemos parte desse Todo, logo a compaixão talvez não se restrinja aos outros, mas também englobe nós mesmos.</p>
<p>Sempre fui muito dura comigo mesma, exigi muito de mim, me cobrei muito e até me culpei por inúmeras coisas desnecessárias. Na semana passada escrevi um texto sobre medo e foi ao abraçar meu medo que comecei a colocar em prática uma compaixão por mim mesma!</p>
<p>Foi como se eu parasse de me autocríticar e começasse a me valorizar muito mais, a aplicar para mim mesma o olhar que tenho perante o mundo, olhar esse que sempre vê o lado luz das coisas, que sempre mostre para qualquer pessoa que das situações que talvez pareçam mais delicadas, há algo benéfico e construtivo.</p>
<p>Venho constantemente me surpreendendo com a quantidade de luz que eu, assim como qualquer pessoa, também tenho e que jamais havia me dado conta. De um momento para o outro coisas que eu julgava duramente serem defeitos, viraram qualidades únicas e muito agradáveis das quais passei a me orgulhar, de certa forma, deixei de lado um sentimento de raiva que lá no fundo eu nutria comigo mesma e passei para aceitação, mais do que isso, virou um sentimento de admiração.</p>
<p>Há alguns meses eu escrevi um texto chamado “Admiração um sentimento que une” no qual falo sobre a importância de admirar os demais para estabelecer uma relação bacana com eles e, sem dúvida, isso se aplica para nossa relação com nós mesmos.</p>
<p>“Compaixonar-se” é algo tão simples que trás uma sensação tão boa, me sinto tão leve, tão vívida, tão mais completa. Nada mudou em mim, o que mudou foi a forma que eu passei a olhar tudo em mim e, em um passe de mágica, todo sofrimento foi embora e no lugar fui invadida por uma tremenda tranqüilidade!</p>
<p>Sempre convidei todos a exercerem a compaixão e agora convido também a “compaixonarem-se”.  Afinal, a verdadeira compaixão gera um sentido profundo de aceitação, e mesmo de perdão, não só com relação aos demais, mas também a nos mesmos!</p>
<p>Excelente semana!</p>
<p>Beijo grande!</p>
<p>Gabi</p>
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